30 de abr. de 2010

No atelier de Gogó e Pimpa


Todo blog que se preze, os “mulherzinha”, fique bem claro, tem uma sessão de serviços. Eu que adoro fuçar a cidade e a internet, sempre tenho boas dicas, mas existe tanta gente bacana escrevendo sobre isso que nem vou tentar entrar nessa seara. O que eu vou fazer é mostrar o trabalho, as artes, as coisas bacanas que os meus amigos fazem. Começo mostrando o trabalho das minhas irmãs, Gogó e Pimpa. Como elas ainda não tem site (faz uns 5 anos que escuto dizer que já já vai ficar pronto) e estão de mudança de atelier, estou sem alguns dados, tipo, onde foi que a Pimpa estudou - sei que foi em Bruxelas, numa escola bacanérrima que a Lelli Bragança indicou. A Gogó não fez curso nenhum de desenho, ela é advogada, começou a trabalhar com pintura quando a Lelli se hospedou na casa da minha mãe para fazer um trabalho em São Paulo e ela estava em férias, como já era cobra em desenho sem nunca ter sido profissional, acompanhando e ajudando a amiga, pegou jeito pro negócio, o Sig Bergamin gostou do trabalho e daí por diante ela deixou de ser uma ilustre causídica para ser pintora de paredes. A Pimpa entrou em seguida,mas primeiro passou um tempo na Bélgica estudando. Não sei quanto tempo faz que elas pintam, deve estar beirando uns vinte, dada a velhice que nos acomete. Eu roubei essas fotos do Facebook delas, espero que vocês gostem.

Ha! esse trabalhoque elas fazem se chama tromp l´oeil que quer dizer alguma coisa como enganar a vista.
Nessas fotos que eu acabei de aprender a colocar no post mas ainda não sei como fazer  pra centralizar, é tudo pintura, a estante o bar, as garrafas, os quadros, tudo  de mentira, esse cachorrinhos também, o rodapé da parede onde foram pintados passa no meio do focinho do cachorrinho cinza. legal, né?
beijos

29 de abr. de 2010

Cadê o meu direito de consumidora?

Acho que todo mundo sabe que eu sou a maior pão dura do mundo. Odeio pagar juros, mesmo que sejam centavos. Com o celular, também sou a maior regulona. Fiz final do ano passado um plano de 100 minutos que me dá de graça os torpedos que quase não uso porque não enxergo e porque meu dedo é muito grande para a tecla. Os finais de semana e depois das 20 hs ,também sem pagar. Lógico que eu uso muito mais o que é grátis. Me vingo da Vivo, falo um tempão quando não pago. Como estou sem trabalhar e fico em casa o dia inteiro, esse celular que eu nunca sei aonde está porque nem a minha cabeça eu sei onde fica, é raramente usado. A conta depois de um estresse no primeiro mês, tem vindo certa, nunca ultrapassei os minutos e, vivia feliz e contente com a operadora. Imaginem que ontem chega a minha conta- quase desfaleci, horas e horas cobradas. Hoje me enchi de coragem e, por uma hora e 25 minutos, falei com a Vivo que tirou esse erro. Meno male, né? Quando a mocinha me dá o valor, vejo que os minutos que eu ainda teria que pagar, estavam dentro do plano. Para ela estornar, eu teria que esperar mais ou menos o mesmo tempo. Desisti, mas tou com essa coisa entalada, imaginem que: se cai a ligação enquanto você espera que consultem e resolvam seu problema, a ligação primeira é perdida. O consumidor perde um tempo enorme e a operadora também, se quando a primeira ligação caiu, o processo tivesse sido salvo com um protocolo ou nome do atendente, a Vivo também teria economizado uma hora e 25 minutos do seu tempo.

Desabafo feito, e não por acaso, estou saindo para o lançamento da segunda edição do livro, Planos de Saúde: a ótica da proteção do consumidor, da minha prima que me enche de orgulho e que cita meu nome nos agradecimentos, Maria Stella Gregori, professora fera de direito do consumidor. Ela que vai me dizer se vale a pena ou não eu brigar mais um pouco com a Vivo.

Hoje tou chata, né? Mas ser dona de um blog também tem essa vantagem, você escreve e desabafa.

beijos

28 de abr. de 2010

so me arrependo das coisas que fiz.

Ontem a tarde conversando e dando maus conselhos pra minha sobrinha Julia, disse que eu soh me arrependia das coisas que fiz. Ela riu achando que eu tinha errado a frase. Logo eu que odeio frases feitas. Me expliquei dizendo que fiz tantas bobagens na vida, nao vou aqui falar quais foram porque uma coisa que eu me esforco para nao sentir, eh culpa. Acho que a gente faz aquilo que aguenta, entao, as coisas que nao fiz, foi porque eu na verdade nao queria fazer. Ainda bem que tem coisas que ainda dah pra corrigir. Mas o mais engracado foi que enquanto eu tentava arrumar meu computador que anda com um fio fora do lugar e comecar a escrever, recebo um aviso que a minha "idala", a escritora Ivana Arruda Leite tinha acabado de postar no imperdivel www.doidivana.wordpress.com
uma cronica chamada Madalena Arrependida, uau!! escrevi na mesma hora pra ela ( faz uns 15 minutos), ainda nao tive resposta, mas como sofro de siricutico, nao vou esperar porque tenho certeza de que ela nao vai achar que "colei".
Continuo sem o meu computador, escrevo do lap top da Luisa que nao tem acentos, nem cedilhas. Acho que vou adotar esse aqui, uma boa desculpa para os meus erros, pena que aqui tem virgulas, se nao tivesse, seria melhor desculpa do mundo.
beijos

27 de abr. de 2010

As cidades de São Paulo

Eu conheço razoavelmente a cidade de São Paulo, adoro ir atrás de endereços e fábricas e nas muitas campanhas que participei fui até os fundões da cidade. Acho que dá pra dizer que conheço desde as franjas , como os políticos gostam de falar, até os "jardins". Aliás, tenho uma solene implicância pelo termo jardins para falar desse miolinho central onde ficam os jardins Paulista, Paulistano, América, Europa e....acho que só. Vai lá pra zona sul ver quantos jardins tem, não só na sul, nos quatro cantos da cidade tem um monte de bairros chamados jardim alguma coisa. Porque essa mania mais ou menos nova de chamar da Consolação até o Itaim Bibi de jardins? Eu arrisco dizer que é porque quando você está na Av. Alcantara Machado, ou na Francisco Morato as placas de sinalização falam em jardins. Então tá! a CET manda até na nossa língua hoje em dia.
Mas eu para justificar bem o titulo do meu blog, andei pela cidade inteira só pra contar uma coisa interessante e nova para mim. Minhas irmãs e sobrinha estão abrindo um atelier num jardim qualquer coisa que agora não me lembro o nome, mas que fica entre o Morumbi e a Francisco Morato. Eu fiquei mais uma vez embasbacada com a cidade de São Paulo, subo a avenida Morumbi onde temos uma simpática e bonita igreja, casas impressionantes de arquitetos como Paulo Mendes da Rocha, a linda casa na encosta de Clovis Mello Olga, e muitos outros que com suas belas obras fizeram o bairro do Morumbi e Cidade Jardim ficarem lá pelos anos 1960/70 com a fama de bairro nobre. Virando a direita na avenida, ainda dentro de um bairro super residencial dou de cara com a TV Bandeirantes e logo em seguida o Hospital Darci Vargas, referência de hospital público. E as casonas continuam, mas vão mais ou menos mudando de feição, parece que entrei no Epcot Center ou então estou em Paris do Século XIX e comecinho do XX com casas imensas de estilo neo neoclássico, com suas calçadas enfeitadas por tuias altíssimas. De uma hora para outra, sem sinalização nenhuma, caio num delicioso bairro comercial que parece uma cidade do interior. Parece, não, é! É igualzinho, só falta ter uma prefeitura, câmara municipal, igreja e praça que vai ver, até tem, eu é que não descobri ainda. E dai passei o dia pensando na delícia que é a diversidade dessa cidade cruel e desumana, mas que eu amo com todas as minhas forças. Essa cidade ainda vai ter um prefeito que a respeite e a ame como eu. Me aguardem.
beijos

25 de abr. de 2010

pra começar a semana


Que tal uma semana com chuva bastante pra apagar a poluição, mas que seja sem enchentes. Na estiagem um arco íris, e no final dele uma 2.55? Já que o pote de ouro é uma simples lenda?
beijo