13 de out. de 2015

Do facebook em 6.12.21013

Pela quinquagésima sétima vez na minha vida. Pois é, tenho 61 anos, nas vésperas do final do ano, encaro outro regime. Dessa vez, foi o Dukan, uma loucura francesa que te faz secar em quinze dias, também, pudera, sem nenhum carboidratozinho que eu tanto amo,lá se foram uns sete ou oito, ganhos desde o último,- Ravenna, caríssimo mas também super competente, eu é que tenho uma incompetência avassaladora na minha parca força de vontade. Mudando um pouco de assunto mas ainda sobre o francês e minhas incompetência, hoje cometi uma proeza, nem eu mesma acredito, até me assanhei a escrever novamente depois de quase dois anos, mas consegui fazer um belíssimo pão dukan que aprendi num grupo do facebook. O mais incrível é que começando a minha receita, depois de respirar fundo, descubro que não tenho, alias,não faço a menor ideia do que seja, fermento biológico, foi no Royal mesmo que li na embalagem que é químico, seja lá o que for isso, mas, vamos ver o que dá,nunca encontro animo pra treinar meus dotes culinários. No meio da receita, a minha cozinha um pandemônio digno de inspetor  Clouseau, acaba o leite em pó,  e o iogurte, mas ,vamos que vamos, seja o que der e vier. A receita não fala quanto tempo tem que ficar no forno, não que isso adiante muito, todo dia esqueço alguma coisa e só lembro quando sinto o cheiro, mas hoje, depois de tantas adaptaçoes, resolvo sentar na frente do forno com meu ipad na mão escrevendo essas " mal traçadas linhas". Depois de 25 minutos, Tcha rammmmm ! O mais lindo e gostoso pão que já comi, melhor ate que o do Olivier Anquier, alias, melhor até que o próprio.
Beijos

Maschio, do facebook em 28.10.2013

Acabo de chegar da missa de sétimo dia do ANTONIO MASCHIO, velho companheiro de grandes e memoráveis campanhas desde o velho PMDB, mas para mim, especialmente as do PSDB. Encontrei amigos da velhíssima guarda, não muitos, umas cinqüenta pessoas, muito poucas para o tamanho da figura e da importância que ele representou na história da  redemocratização  do país,uma pena, mas rei morto, rei posto, não é?Pois bem, eu que me aposentei da militância e tenho uma preguiça mortal de ler jornais e digo  que pouco se me dá ter o PSDB no governo, acho que vou ter e rever essa posição - entre esses poucos amigos estava,discretamente, no fundo da igreja, o governador Geraldo Alckimin, não fosse o padre, vergonha alheia, cita-lo e pedir para que ele fosse na frente falar umas palavras,teria passado batido. Discretamente ele vai e fala umas bonitas palavras. Quando estou indo embora, saindo da igreja da Consolação, quem eu vejo andando pela calçada acompanhado pelo Marcelo Araujo, secretário da cultura e um ajudante de ordens uns passos atras, sem segurança, sem sirene sem batedor, sem séquito, sem nada? Ele mesmo, o governador que a gente conheceu como Geraldinho  e hoje,me faz tomar uma decisão, mais uma vez vou  enfrentar uma campanha no ano que vem.

As últimas da última flor do lascio

envelhecer é um processo que não da pra parar, tudo fica velho e tudo tem prazo de validade, mas a língua, não, ela é dinâmica, ainda bem, já imaginaram a gente falando cáspita e omessa? Eu apesar da provecta idade não sou desse tempo, mas conheci gente que falava, assim como conheço quem fale mano e as mina pira.  Não se sabe onde nem quando esses termos surgem mas seria tão bom se existisse um código regulador. Eu proibiria termos metidos a besta "tipo" permitir no lugar de deixar, e o novíssimo gentileza no lugar de favor.
 Mania mais besta, quando eu peço uma coisa peco um favor, gentileza eu recebo sem esperar e, adoro, porque ela me surpreende e encanta, se eu tivesse pedido uma gentileza ela deixaria de ser porque é um favor. Rabugentice[ esse acho q é do tempo dos afonsinhos], à parte, outro termo que me irrita é o esposa esposo,ate a década de 70 as pessoas diziam marido e mulher que é como esta escrito no manual canônico da igreja católica e no código civil que foi escrito por ninguém menos que  Rui Barbosa, tá bom pra vc? Mas um belo dia alguém achou que era mais chic falar esposa e, a moda, infelizmente pegou, daqui a pouco casamento vai virar esponsais. Pró- ativo agora ta entrando na moda, o "trombadinha", malandro experto que me rouba e sai correndo é um proativo, não?  Denegrir tbm virou moda.Quando um neologismo é gíria, acho divertido e saudável, assim como os nomes feios(outra tirada do fundo do 
baú) Eu sou boca suja, mas escrever palavrão,não consigo, mas é nítido como nomes sujíssimos há dez anos hoje estão nas bocas mais respeitáveis e até começam a aparecer nas penas, ou serei moderna, nos dedos da imprensa. Até minha mãe que não falava nem "cocõ"  hoje fala "sacanagem" com a maior naturalidade. E assim a lingua evolui, os brotos de ontem, hoje, quase velhas, se renovam na linguagem de hoje e, aposto, não falam palavras "metidas a besta". Tomara que essa moda passe e  a lingua volte a fluir naturalmente

6 de dez. de 2013

Pão com bobagem

Pela quinquagésima sétima vez na minha vida. Pois é, tenho 61 anos, nas vésperas do final do ano, encaro outro regime. Dessa vez, foi o Dukan, uma loucura francesa que te faz secar em quinze dias. Também, pudera, sem nenhum carboidratozinho que eu tanto amo,lá se foram uns sete ou oito, ganhos desde o último, Ravenna, caríssimo, mas também super competente, eu é que tenho uma incompetência avassaladora na minha parca força de vontade. Mudando um pouco de assunto,mas ainda sobre o francês e minhas incompetências, hoje cometi uma proeza que nem eu mesma acredito, até me assanhei a escrever novamente depois de quase dois anos, mas é que consegui fazer um belíssimo pão dukan que aprendi num grupo do facebook. O mais incrível é que começando a minha receita, depois de respirar fundo, descubro que não tenho, alias,não faço a menor ideia do que seja, fermento biológico. Foi no Royal mesmo, que li na embalagem que é químico, seja lá o que isso for,mas, vamos ver o que dá,afinal,nunca encontro animo pra treinar meus dotes culinários. No meio da receita, a minha cozinha, um pandemônio digno de inspetor  Clouseau, acaba o leite em pó,  e o iogurte, mas, vamos que vamos, seja o que der e vier. A receita não fala quanto tempo tem que ficar no forno, não que isso adiante muito, todo dia esqueço alguma coisa e só lembro quando sinto o cheiro de queimado. Mas hoje, depois de tantas adaptaçoes, resolvo sentar na frente do forno com meu ipad na mão escrevendo essas "mal traçadas linhas". Depois de 25 minutos, Tcha rammmmm ! O mais lindo e gostoso pão que já comi, melhor ate que o do Olivier Anquier. Alias, melhor até que o próprio.
Beijos

19 de set. de 2013

A história de uma bolsa

Eu nunca mais escrevi, acho que os meus escritos atrapalham muito as minha redes sociais hahaha. Brincadeira, parei de escrever primeiro porque fiquei sem graça, nao por falta de assunto,neste ultimo ano,muita coisa me aconteceu, de tragédia  à alegria indescritível de ser avó. Viajei para Paris convidada pela Isabel, emagreci quase 20 quilos, engordei outros dez ou mais, continuo morando na mesma casa, indo ao mesmo clube e ainda filiada no mesmo partido político, se bem que, cada dia mais borocochô, tenho preguiça até de ler jornais, mas no arroz com feijão do dia a dia, arrumando meu armário, me lembrei dessa bobagem que escrevi no facebook  em  janeiro passado que rendeu boas risadas, muitos likes e algumas vendas para a Julia, minha sobrinha. Para não ficar perdido por aí resolvi procurar  e publicar aqui.-
"a historia de uma bolsa"
Sempre sonhei com uma bolsa Chanel, sonhei, sonhei, qdo pude comprar,outros interesses surgiram,depois disso passou a vontade. E também, para ir ao clube ou ao PSDB, não "carece".Ano passado, em NY, topei com um camelô vendendo autenticas XANEUS, falei brincando para a corretíssimamente correta, Luisa,minha filha, que iria comprar,- levei bronca, claro, e, de birra, pechinchei e comprei, sozinha, eu que só falo" the apple is on the table".Tem gente que é pobre mas limpinha, eu, sou pobre, mas sou besta, nunquinha que ia usar uma bolsa falsa, de falsa, chega eu. Ela iria servir pra decorar meu quarto, e , assim foi, durante um ano ela pendurada no mancebo, enfeitava meu quarto, como eu nao enxergo mesmo, não via a falsidade dela. Outro dia, precisei de uma bolsa média, de alça comprida, do tamanho dela, mas, aqueles CES entrelaçados, doendo de tão dourados, me impediu. Lembrei da minha queridinha, Julia , artista das grandes, com suas personalíssimas bolsas, uma diferente da outra, poderia muito bem dar um "trato" nela e a tornar usável. Nao é que ficou essa chicura ? Vejam só e nao é linda? Tou pensando em abrir um negocinho com ela, compro bolsa fake no camelô, -agora posso, Andrea Matarazzo nao é mais subprefeito, eu não  trabalho mais com ele,então, posso me associar  ilegalidade e à  minha sobrinha e depois revender,  não é uma boa ideia? Mademoiselle Gabrielle Chanel nao iria ficar orgulhosa de mim? De mim ou dawww.xaa.com ? Entrem no site, veja que show as bolsas da minha Julita.