30 de jan de 2011

Polyvore, salvação para uma coluna inflamada

Desde novembro que estou sem meu computador e passei a usar um super lap top, ultimo modelo Vaio, que não fala português, é todo diferente e eu não entendo nada. Como é da Isabel, não configurei, então, só uso a internet que é o que realmente me interessa num computador. Obviamente um corretor de texto me faz uma falta imensa, só não faz mais porque ele não corrige as vírgulas que eu não consigo aprender a por no lugar certo por mais que eu decore e entenda as regras, na hora vai aleatóriamente, tomara que eu não cometa nenhum absurdo- qui medo, aiai. Mas por falar em absurdo acabo de comentar com a Luisa o esnobismo idiota de alguns jornalistas. A Veja dessa semana fala em ''templates'' -socorro! o que é isso? A Luisa me explicou, mas não me convenceu, continuo achando que é uma palavra idiota que poucos iniciados conhecem. Outra que me irritou na mesma revista é "incubo". (Íncubo em latim incubus, de incubare. O íncubo drena a energia da mulher para se alimentar, e na maioria das vezes deixa-a morta ou então viva, mas em condições muito frágeis. A versão feminina desse demônio é chamada de súcubo.) Ok ok, eu devia saber, mas não sabia, valeu só porque fui procurar no dicionário e aprendi, espero que seja útil, se bem que, não pretendo nunca precisar usar essa palavra tão feia. Mas nenhuma dessas implicâncias chega ao ponto do que acabo de ver numa sorveteria aqui perto,-você tem que escolher o flavor e o toping. Grrrr me deu uma vontade de fazer uma cara de Caco Antibes e fazer o pedido no meu tosco inglês mas que tem, de vez em quando, um esnobe sotaque Oxfordiano.Só não fiz isso porque vai da vendedora me responder a altura, eu ia ficar boiando, ai ai.Por falar em inglês, ando ficando insuportável,imaginem que decobri no contador de visitas aqui do blog que tenho leitores em vários lugares do mundo, Estados Unidos, Japão, Europa e a maior parte, do leste Europeu, essa semana recebo um comentário da Finlândia, é mole? Até instalei um tradutor no meu internacional blog. Afffff Sem brincadeiras, são pessoas que chegaram ao meu blog pelo Polyvore - http://www.polyvore.com/cgi/profile?id=761272,
aquela delicia de site onde eu brinco de decoradeira numa espécie de quebra cabeça.Isso tem sido meu divertimento nesse mês que passei praticamente imóvel deitada com dor na coluna. Ponho o laptop na barriga , com o braço esticado na cama vou com o mouse buscando imagens, juntando e montando os ambientes. Depois de terminado a gente publica e as pessoas vem ver o trabalho no perfil onde linkei o blog, daí tantas visitas internacionais. Demais, não é?
beijos
P.S. Tentei e tentei postar aqui um polyvore. É a coisa mais facil do mundo, só copiar e colar, mas com esse laptop metido a besta, não consigo e não tem nenhuma filha aqui pra me ajudar.

15 de jan de 2011

Fuçando o passado


Já passou tanto tempo desde a última vez que escrevi no meu blog, mas acho que tirando as tragédias das chuvas, nada de novo aconteceu. Isto é, aconteceu sim, acabou aquele inferno do mês de dezembro com as inevitáveis comemorações natalinas e trânsito exasperador. Janeiro começa com um maravilhoso e inesperado convite para um jantar de Reveillon na casa da Monica e Ito, o que me deu a esperança de um ano melhor. No dia seguinte, posse do governador Geraldo Alckmin, uma festa emocionante para nós que tivemos a sorte de trabalhar na sua campanha. E fora isso, muita dor na minha pobre coluna com uma hérnia de disco que dia sim outro também teima em inflamar. Exausta de ficar imóvel numa cama me entupindo de Arcoxia, decidi finalmente entrar na faca. Essa semana vai ser a do check up preparatório.Enquanto ainda fico na cama com o meu inseparável lap top, andei fuçando o inesquecível Orkut e achei este post que escrevi numa comunidade do Indac, velha e querida escola que deixou tanta saudade.Neste mesmo Orkut, por meio deste post, fui achada pelo Cristhiano Aretz que tem postado fotos maravilhosas sobre aqueles anos.  Ele me convidou para um almoço com os ex professores agora neste mes de janeiro. Depois eu conto, agora vou colar aqui o que escrevi em 2005:

ESTUDEI EM 1968 3/8/2005 16:19
1969 anos terríveis, mas para quem tinha 16/17 anos, anos incríveis.... o Indac era na al. Joaquim Eugenio de LIma e nos éramos a nata da vagabundagem. O curso se chamava madureza, eram 4 anos do ginásio em 6 meses, fazíamos o exame em Taubaté ou Mozambinho. O bar se chamava Carola, era da Carolina Whitaker aquela " q vem toda molhada e despenteada" cantada pelo Toquinho q fazia cursinho. O Flavio ficava na secretaria, e dele me lembro com saudade e reverência. Com o Cristiano Aretz viajamos pelo mundo nas aulas de geografia, a Wilma de biologia depois casou com o Amauri Sanches q me ensinou a amar Fernando Pessoa. Com o Zéca, quase aprendi matemática. O Rui q muitos de vcs conheceram, era um estudante q dava aulas de história, descia do ônibus na 9 de julho e passava na frente da minha casa na al. lorena, muitas vezes íamos juntos.História também era dada pelo bonitão do Luciano Ramos.... nunca mais na vida vou esquecer das invasões bárbaras, tínhamos também o Robert Srur. Samir Meserani Curi, foi o o fundador, ele dava aulas de criatividade para nos ensinar a escrever. Eu na época sabia que estava vivendo uma experiência única, pude aproveitar cada minuto que passei lá. Não pensem que eu era uma cdf bobona, eu era até bem malandra mas sabia do privilégio que a vida me deu depois de repetir várias vezes numa escola tradicional. Sinto pena dos meus filhos terem sido tão estudiosos que não foram para lá.